Cirurgia Minimamente Invasiva

O desenvolvimento tecnológico permitiu o conhecimento mais detalhado não apenas da anatomia, mas também dos mecanismos causadores das doenças (fisiopatologia) e, com isso, o aprimoramento das técnicas operatórias. Pinças, tesouras, sistemas de energia (bipolar, ultrassônica, etc.), grampeadores, seladores de vasos sanguíneos, visão ampliada de alta definição e tridimensional permitiram o franco desenvolvimento da videolaparoscopia. Procedimentos que eram realizados com grandes incisões (cortes), agora podem, em grande parte das vezes, ser realizadas com até 4 a 6 pequenas incisões de 0,5 a 1,0cm.

Mas, além do aspecto estético de não ficar com uma grande cicatriz no abdome, as vantagens dos procedimentos minimamente invasivos estão no menor índice de infecção de sítio cirúrgico, menor taxa de sangramento, recuperação pós-operatória mais rápida, menor índice de hérnia incisional e menores taxas de complicações cirúrgicas.

Mesmo em relação ao tratamento do câncer, que muitas vezes exige abordagens agressivas com ressecções extensas, os procedimentos minimamente invasivos têm ganhado cada vez mais espaço, por conta do nível de detalhamento e destreza que se tem alcançado, com resultados semelhantes ou até superiores aos da via cirúrgica aberta.

Na técnica da cirurgia minimamente invasiva em Ginecologia utiliza-se óticas (câmeras) para acessar a cavidade uterina (no caso da histeroscopia) ou cavidade abdominal e pélvica (no caso da laparoscopia) e realiza-se a cirurgia completa com menor agressão ao organismo.

Vantagens
• Menos dor
• Melhor preservação dos nervos (nerve sparing)
• Recuperação mais rápida do paciente para retornar às atividades
• Menor sangramento
• Cicatriz menor
• Menor permanência no hospital

Tratamento cirúrgico por histeroscopia de:
• Miomas submucosos;
• Pólipos endometriais ou endocervicais;
• Septo intrauterino;
• Retirada de DIU perdido (Dispositivo intrauterino)

Tratamento cirúrgico por laparoscopia de:
• Investigação de infertilidade e dor pélvica crônica;
• Cistos ovarianos;
• Histerectomia (retirada de útero);
• Miomectomia (retirada de miomas);
• Prolapsos genitais (prolapso de cúpula – em pacientes sem útero que apresentam prolapso do ápice da vagina);
• Teste de perviedade de tubas – Cromotubagem;
• Endometriose superficial e profunda;
• Adenomiose.

© Copyright 2018 / 2020 - Dr. Jean Carlo Nascimento - Todos os direitos reservados

Dr. Jean Carlo Nascimento


Rua José Versolato, 111 - Bloco B - Sala 1423
Centro - CEP 09750-730 - SBC - SP
Telefone: +55 11 4121.4033

Desenvolvido por:
Interade Estúdio de Design

Cirurgia Minimamente Invasiva

O desenvolvimento tecnológico permitiu o conhecimento mais detalhado não apenas da anatomia, mas também dos mecanismos causadores das doenças (fisiopatologia) e, com isso, o aprimoramento das técnicas operatórias. Pinças, tesouras, sistemas de energia (bipolar, ultrassônica, etc.), grampeadores, seladores de vasos sanguíneos, visão ampliada de alta definição e tridimensional permitiram o franco desenvolvimento da videolaparoscopia. Procedimentos que eram realizados com grandes incisões (cortes), agora podem, em grande parte das vezes, ser realizadas com até 4 a 6 pequenas incisões de 0,5 a 1,0cm.

Mas, além do aspecto estético de não ficar com uma grande cicatriz no abdome, as vantagens dos procedimentos minimamente invasivos estão no menor índice de infecção de sítio cirúrgico, menor taxa de sangramento, recuperação pós-operatória mais rápida, menor índice de hérnia incisional e menores taxas de complicações cirúrgicas.

Mesmo em relação ao tratamento do câncer, que muitas vezes exige abordagens agressivas com ressecções extensas, os procedimentos minimamente invasivos têm ganhado cada vez mais espaço, por conta do nível de detalhamento e destreza que se tem alcançado, com resultados semelhantes ou até superiores aos da via cirúrgica aberta.

Na técnica da cirurgia minimamente invasiva em Ginecologia utiliza-se óticas (câmeras) para acessar a cavidade uterina (no caso da histeroscopia) ou cavidade abdominal e pélvica (no caso da laparoscopia) e realiza-se a cirurgia completa com menor agressão ao organismo.

Vantagens
• Menos dor
• Melhor preservação dos nervos (nerve sparing)
• Recuperação mais rápida do paciente para retornar às atividades
• Menor sangramento
• Cicatriz menor
• Menor permanência no hospital

Tratamento cirúrgico por histeroscopia de:
• Miomas submucosos;
• Pólipos endometriais ou endocervicais;
• Septo intrauterino;
• Retirada de DIU perdido (Dispositivo intrauterino)

Tratamento cirúrgico por laparoscopia de:
• Investigação de infertilidade e dor pélvica crônica;
• Cistos ovarianos;
• Histerectomia (retirada de útero);
• Miomectomia (retirada de miomas);
• Prolapsos genitais (prolapso de cúpula – em pacientes sem útero que apresentam prolapso do ápice da vagina);
• Teste de perviedade de tubas – Cromotubagem;
• Endometriose superficial e profunda;
• Adenomiose.

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O desenvolvimento tecnológico permitiu o conhecimento mais detalhado não apenas da anatomia, mas também dos mecanismos causadores das doenças (fisiopatologia) e, com isso, o aprimoramento das técnicas operatórias. Pinças, tesouras, sistemas de energia (bipolar, ultrassônica, etc.), grampeadores, seladores de vasos sanguíneos, visão ampliada de alta definição e tridimensional permitiram o franco desenvolvimento da videolaparoscopia. Procedimentos que eram realizados com grandes incisões (cortes), agora podem, em grande parte das vezes, ser realizadas com até 4 a 6 pequenas incisões de 0,5 a 1,0cm.

Mas, além do aspecto estético de não ficar com uma grande cicatriz no abdome, as vantagens dos procedimentos minimamente invasivos estão no menor índice de infecção de sítio cirúrgico, menor taxa de sangramento, recuperação pós-operatória mais rápida, menor índice de hérnia incisional e menores taxas de complicações cirúrgicas.

Mesmo em relação ao tratamento do câncer, que muitas vezes exige abordagens agressivas com ressecções extensas, os procedimentos minimamente invasivos têm ganhado cada vez mais espaço, por conta do nível de detalhamento e destreza que se tem alcançado, com resultados semelhantes ou até superiores aos da via cirúrgica aberta.

Na técnica da cirurgia minimamente invasiva em Ginecologia utiliza-se óticas (câmeras) para acessar a cavidade uterina (no caso da histeroscopia) ou cavidade abdominal e pélvica (no caso da laparoscopia) e realiza-se a cirurgia completa com menor agressão ao organismo.

Vantagens
• Menos dor
• Melhor preservação dos nervos (nerve sparing)
• Recuperação mais rápida do paciente para retornar às atividades
• Menor sangramento
• Cicatriz menor
• Menor permanência no hospital

Tratamento cirúrgico por histeroscopia de:
• Miomas submucosos;
• Pólipos endometriais ou endocervicais;
• Septo intrauterino;
• Retirada de DIU perdido (Dispositivo intrauterino)

Tratamento cirúrgico por laparoscopia de:
• Investigação de infertilidade e dor pélvica crônica;
• Cistos ovarianos;
• Histerectomia (retirada de útero);
• Miomectomia (retirada de miomas);
• Prolapsos genitais (prolapso de cúpula – em pacientes sem útero que apresentam prolapso do ápice da vagina);
• Teste de perviedade de tubas – Cromotubagem;
• Endometriose superficial e profunda;
• Adenomiose.

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